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Como preparar o Solo para o plantio do Café ?

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Como preparar o Solo para o plantio do Café ?

Mensagem por Dr Café em Sab Fev 23, 2013 6:51 am

O preparo do solo é um ato muito importante no plantio do café, nas minhas tentativas e experiências eu pude sofrer alguns problemas devido a pouca dedicação no preparo do solo. Uma area limpa, lhe trará menos trabalho no futuro.

Quando você planta qualquer grão é importante que este seja germinado sem concorrência de gramínias ou qualquer inseto que venha prejudicar seu desenvolvimento e com o café não é nada diferente.

O uso de herbicida no controle destas areas tem sido muito importante mas seu uso deve sempre ser acompanhado de uma boa assessoria, evitando a contaminação, o gasto elevado e as vezes até a morte de sua planta.

Um solo degradado nescessita de recuperação, ele deve ir para uma UTI e lá ser cuidado.

O sussesso na colheita do café depende muito da qualidade do solo e de como a planta foi tratada ao longo do ano. A planta requer muita matéria orgânica e uma boa adubação, assim sendo seu fruto irá produzir um café de alto padrão. As curvas de niveis deverão ser feitas evitando que o solo seja lavado. O bom agronomo estará sempre ligado a estes problemas alertando sempre o fazendeiro para o cuidado que ele deve ter com o seu sólo.

O Solo

A superfície do planeta Terra é revestida de solo que se origina da desintegração das rochas e do acréscimo de matéria orgânica proveniente da decomposição de plantas e de animais. Esta camada é de espessura variável e a sua parte vital é chamada terra arável, ou seja, os 30 ou 40 centímetros superficiais, onde se concentra a maior parte do húmus e microrganismos que, com a circulação de ar e armazenagem de água, tornam a vida nessa camada mais condizente com as necessidades das plantas.

Ao contrário do que parece, o solo não é um suporte imutável, estático, mas um mecanismo complexo, vivo, animado, que está em constante modificação. A retirada ou alteração de um dos elementos desse complexo pode mudar toda a sua composição. Depois de conhecer as características fundamentais do solo, é possível modificar os seus fatores, a fim de obter uma melhora de produtividade.

O impacto na relação de alcalinidade e acidez, por exemplo, é determinada pelo desequilíbrio na proporção de elementos naturais que estão presentes no solo. O aumento da acidez pode ser determinado por uma composição química de hidrogênio e alumínio. Se existir no solo uma predominância combinada de cálcio, magnésio, potássio e sódio, a conseqüência natural para o solo será a alcalinidade ou neutralidade. Vale lembrar que o melhor desenvolvimento das plantações se dá onde há disponibilidade de nutrientes em seu ápice, o que ocorre em um solo levemente ácido, ou seja, com o pH medindo 6,8.

Com o uso de técnicas apropriadas e também de elementos que realmente revertam positivamente sobre o solo, como é o caso do húmus de minhocas, por exemplo, é possível promover o incremento da agricultura e da produtividade. "Mais ainda, na realidade, este equilíbrio é absolutamente indispensável para a manutenção da vida no planeta, e para a geração de alimentos para a espécie humana", ressalta segundo a minhocultora Maria Isabel Levit.

O solo e sua Química

Para viver as plantas precisam de luz como fonte de energia, de água, do carbono que captam do ar, do hidrogenio que absorvem da água, do oxigênio que retiram do ar e da água, do nitrogênio que os microrganismos retiram para elas do ar, dos nutrientes minerais (fósforo, enxofre, cálcio, magnésio) que retiram do solo, dos biocatalizadores ou enzimas que precisam de potássio para atuar e de micronutrientes (boro, ferro, manganês, zinco, molibênio, etc.).

O uso de adubos químicos toma o solo mais ácido, pobre em nutrientes e portanto improdutivo, O uso de agrotóxicos que matam as pragas e organismos que prejudicam as plantas acabam matando também outros integrantes do ecosistema, como insetos e microorganismos, por exemplo. Esses que morrem junto são os elementos que contribuem para a formação em equilíbrio da cadeia vital do solo.

Os adubos químicos só devem ser usados como complemento nutricional das culturas que se pretende realizar e como corretivo do solo, em quantidades estritamente de acordo com as características do terreno e da cultura, e de preferência após uma análise química do solo. Seu uso indiscriminado e intensivo, além de caro, pode prejudicar e até acabar com a vida do solo.

É claro que adubos e corretivos em quantidades mínimas e adequadas são indispensáveis para poder fazer frente ao uso intensivo de solos em diferentes estados de conservação para culturas com diferentes exigências nutricionais. O uso de fertilizantes e adubos minerais melhora a fertilidade da terra do ponto de vista químico, mas a utilização de corretivos e insumos químicos que não facilitem e melhorem a qualidade da absorção dos nutrientes e não apnmore as propriedades físicas do solo, terminam por esgotar a terra. Somente com a reposição de húmus se evitará o empobrecimento progressivo do solo e a piora no rendimento das culturas, pois só ele viabiliza os nutrientes para as plantas.

A recuperação das terras exauridas é muito mais demorada e dispendiosa quando não impossível, do que o cuidado adequado das mesmas durante a produção. Sabe-se hoje, por exemplo, que as reservas mundiais de fósforo, estão chegando ao fim. E necessário então que se economize o mesmo. Isto se consegue conservando o solo existente, fazendo voltar à terra todo o mato capinado e acrescentando húmus, cujos microorganismos ajudam a liberar o fósforo fixado no solo, tomando-o disponível para as plantas. O mesmo se aplica para os outros nutrientes.

Características do solo

A constituição da camada produtiva do solo é muito variável e existem inúmeras formas de classificação dos solos. De acordo com a sua constituição física, química e biológica, cada tipo de solo pode proporcionar às plantas, em maior ou menor grau, as condições necessárias para a vida em formas diferentes.

O solo é constituído por grãos de diversos tamanhos, provenientes da moagem secular das rochas originais. Quando predominam os grãos pequenos ou muito pequenos, se diz que o solo é argiloso. Este tipo de solo é aderente e se compacta facilmente, dificultando a penetração das raízes e a armazenagem de água, que pode ser escassa ou excessiva, e de ar. E um tipo difícil de trabalhar mas, em cenas condições, retém bastante água e pode ser razoavelmente fértil.

Quando no solo predominam os grãos grandes, se diz que o solo é arenoso. É permeável em excesso, não retém a água que recebe, a não ser por curto espaço de tempo, perdendo com ela os nutrientes em solução e a matéria orgânica. Perde também com isso a possibilidade de sustentar uma vida que contribua para a atividade biológica do solo, sendo, portanto um solo pobre em possibilidades de recíclar a matéria orgânica que for acrescentada. Enfim, é pobre em nutrientes.

Nem argiloso, nem arenoso. Nenhum dos dois tipos de solos satisfaz as necessidades físicas, químicas e biológicas das plantas. Ainda que sem matéria orgânica, o solo tem minerais necessários às plantas. Mas é a matéria orgânica que toma possível a absorção de minerais pelo sistema de raízes. E verdade que cada tipo de cultura se adapta melhor a um tipo de solo, mas, em geral, o solo ideal deve ter uma granulometria intermediária ao arenoso e argiloso.
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